Comunicação e preferências
Como a pessoa se comunica, compreende orientações e expressa conforto ou desconforto.
TEA · TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
Assistência anestésica para pessoas com TEA, com atenção às necessidades individuais, à comunicação e à experiência do atendimento. A indicação depende da avaliação de cada caso.
Conversar sobre um atendimento individualizado
ENTENDER PARA CUIDAR
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento que pode envolver diferenças na comunicação, na interação social e nos padrões de comportamento. O termo espectro expressa essa diversidade: cada pessoa pode ter necessidades e formas de se comunicar próprias.
Na assistência da Segura, o planejamento considera a pessoa, o procedimento proposto e as condições do ambiente. A participação da família ou de pessoas de apoio pode ajudar a equipe a compreender preferências e experiências anteriores.
Saiba mais sobre TEA no Ministério da Saúde ↗.
AVALIAÇÃO INDIVIDUAL
Como a pessoa se comunica, compreende orientações e expressa conforto ou desconforto.
Experiências anteriores e possíveis necessidades relacionadas ao ambiente, ao toque, a sons e à rotina.
Informações clínicas, características do procedimento e adequação da assistência extra-hospitalar.

ASSISTÊNCIA PLANEJADA
Ter TEA não significa precisar de sedação. A avaliação pré-anestésica orienta se a assistência é indicada e se o ambiente extra-hospitalar é adequado para o caso.
Quando indicada, a assistência segue um planejamento que contempla preparo, monitorização, recuperação e orientações para o período seguinte.
DÚVIDAS DE PACIENTES E FAMÍLIAS
A avaliação considera as necessidades individuais da pessoa e o procedimento, incluindo diferentes fases da vida. Converse com a equipe sobre o atendimento pretendido.
Não. O diagnóstico, por si só, não determina a indicação. Essa decisão exige avaliação individual do paciente, do procedimento e da estrutura disponível.
Você pode informar que deseja uma avaliação individualizada e qual é o procedimento previsto. A equipe orienta como compartilhar as informações clínicas necessárias no fluxo de atendimento.
Familiares e pessoas de apoio podem contribuir com informações sobre comunicação, preferências e experiências anteriores, respeitando a autonomia e as necessidades do paciente.
COMECE UMA CONVERSA
A equipe Segura orienta como começar a avaliação individualizada.