Segura Anestesia

TEA · TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

O cuidado começa
por conhecer a pessoa.

Assistência anestésica para pessoas com TEA, com atenção às necessidades individuais, à comunicação e à experiência do atendimento. A indicação depende da avaliação de cada caso.

Conversar sobre um atendimento individualizado
Profissional da Segura organizando informações para a assistência

ENTENDER PARA CUIDAR

Um espectro de experiências.
Um planejamento para cada pessoa.

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento que pode envolver diferenças na comunicação, na interação social e nos padrões de comportamento. O termo espectro expressa essa diversidade: cada pessoa pode ter necessidades e formas de se comunicar próprias.

Na assistência da Segura, o planejamento considera a pessoa, o procedimento proposto e as condições do ambiente. A participação da família ou de pessoas de apoio pode ajudar a equipe a compreender preferências e experiências anteriores.

Saiba mais sobre TEA no Ministério da Saúde ↗.

AVALIAÇÃO INDIVIDUAL

O que conversamos antes do atendimento.

01

Comunicação e preferências

Como a pessoa se comunica, compreende orientações e expressa conforto ou desconforto.

02

Experiências e sensibilidade

Experiências anteriores e possíveis necessidades relacionadas ao ambiente, ao toque, a sons e à rotina.

03

Procedimento e condições clínicas

Informações clínicas, características do procedimento e adequação da assistência extra-hospitalar.

Profissional da Segura junto à estrutura de atendimento

ASSISTÊNCIA PLANEJADA

A indicação é individual.
O acompanhamento também.

Ter TEA não significa precisar de sedação. A avaliação pré-anestésica orienta se a assistência é indicada e se o ambiente extra-hospitalar é adequado para o caso.

Quando indicada, a assistência segue um planejamento que contempla preparo, monitorização, recuperação e orientações para o período seguinte.

  • Escuta do paciente e de sua rede de apoio
  • Análise das necessidades do procedimento
  • Planejamento conforme as condições do paciente e do local
  • Orientações individualizadas para preparo e recuperação

DÚVIDAS DE PACIENTES E FAMÍLIAS

Vamos esclarecer o próximo passo.

Essa assistência é apenas para crianças?

A avaliação considera as necessidades individuais da pessoa e o procedimento, incluindo diferentes fases da vida. Converse com a equipe sobre o atendimento pretendido.

O diagnóstico de TEA define a necessidade de sedação?

Não. O diagnóstico, por si só, não determina a indicação. Essa decisão exige avaliação individual do paciente, do procedimento e da estrutura disponível.

Quais informações ajudam no primeiro contato?

Você pode informar que deseja uma avaliação individualizada e qual é o procedimento previsto. A equipe orienta como compartilhar as informações clínicas necessárias no fluxo de atendimento.

A família pode participar do planejamento?

Familiares e pessoas de apoio podem contribuir com informações sobre comunicação, preferências e experiências anteriores, respeitando a autonomia e as necessidades do paciente.

COMECE UMA CONVERSA

Vamos conversar sobre suas necessidades?

A equipe Segura orienta como começar a avaliação individualizada.

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